quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Elizabeth Olsen



Elizabeth Chase Olsen nasceu em 16 de fevereiro de 1989. É uma atriz americana e também a irmã mais jovem de Mary Kate Olsen e Ashley Olsen. Ela estudou teatro quando criança e graduou-se na New York University.
Atuou em Peace, Love & Misunderstanding (2011) e prepara ainda dois filmes com estréia em 2012.

Elizabeth Olsen, de 22 anos, contou durante a entrevista como foi crescer com as irmãs gêmeas, Mary Kate e Ashley. “Eu tive uma vida muito encantada crescendo ao lado delas, mas eu estava ciente das coisas. A única vez em que voei de primeira classe quando era criança foi quando minhas irmãs fizeram um cruzeiro a trabalho”, completou.


 “Mary-Kate e Ashley comemoram meu aniversário todo ano desde que eu estive em Nova York e tem sido especial. E quando acontece alguma briga com um namorado ou um amigo, ou o que quer que seja, elas estão sempre aqui”, disse Elizabeth.

A carreira de Elizabeth Olsen está em plena ascensão. Sua imagem sempre esteve associada à de suas irmãs Ashley Mary Kate Olsen, mas ao que tudo indica, chegou a hora de se libertar do título de "irmã" e se estabelecer profissionalmente. A atriz estrela o filme "Liberal Arts" de Josh Radnor.
Ao contrário de suas irmãs, Elizabeth parece determinada a alavancar sua carreira no cinema, enquanto Ashley e Mary Kate se dedicam ao mundo da moda, principalmente com as coleções fashionistas da grife The Row.
Elizabeth está na capa da última edição da revista Bullet, e aparece como ares de "princesa de gelo". Os olhos azuis estão bem destacados, contratando com os lábios em fúcsia e os cabelos rosados.
A atriz também concedeu uma entrevista à revista, dando declarações a respeito de seus projetos profissionais; confira:
Sobre seu novo filme: " É um filme especial para mim, porque é o primeiro que eu realmente escolhi. Eu tinha feito três filmes de suspense seguidos, "A casa silenciosa", "Red Ligths - Mentes Perigosas" e "Martha Marcy May Marlene". Por isso queria algo diferente. Alguma coisa que me representasse mais, com humor".

Sobre sua vida pessoal discreta: "Eu acho que podemos viver do jeito que quisermos. Pessoalmente, eu vou ao mercado, à academia, faço minhas caminhadas de uma hora e ninguém me perturba. Eu sei que minha vida de celebridade está começando e isso é realmente inacreditável".
Em relação aos seus cursos de teatro: Eu vou o máximo de vezes possíveis às minhas aulas. Isso é muito importante para mim. Quanto melhor atriz eu for, menos as pessoas dirão "Olha! É a irmã de fulana e fulana". As pessoas sempre poderão dizer isso, eu não tenho como controlar, obviamente. Mas ao menos, eu sei que trabalhei duro e que não aproveitei simplesmente de um rótulo ou de um nome de família".
Diante de disso, só podemos concluir que Elizabeth está muito determinada em relação a sua vida profissional. A atriz, que já é querida entre os críticos, parece conquistar seus objetivos pouco a pouco. Em breve poderemos conferir sua atuação nas telas do cinema em "Liberal Arts" e "Very Good Girl".
Elizabeth Olsen está firmando seu nome como atriz e it girl. A moça desfruta do privilégio de ter acesso ao guarda-roupa de suas irmãs, Ashley e Mary Kate, que apesar da pouca idade já são consideradas estilistas conceituadas e referência na moda. Em entrevista à revista Grazia Daily, a atriz confessou que frequentemente "rouba" as roupas de suas irmãs. 
Sobre o estilo de suas irmãs: "A maior parte das minhas roupas é da marca The Row. Quando eu não uso The Row, eu escolho algo que eu tenha visto no armário delas. Frequentemente eu pergunto 'Eu posso pegar isso? ' e elas me respondem 'Sim, pega aí'. Elas têm um guarda-roupa enorme e eu sempre me pergunto 'Meu Deus, mas como elas fazem para que tudo isso seja tão bonito? '. Porém, existem peças que eu não consigo usar porque são mais chiques e audaciosas. E eu prefiro estar mais a vontade e usar algo mais básico".

Sobre suas compras de final de semana em Londres: "É a primeira vez na minha vida que eu tive uma temporada tranquila em Londres. Então aproveitei para fazer compras. Em Nova York, eu não faço isso porque eu acabei de comprar um apartamento. Então eu não posso me dar ao luxo de fazer uma compra como essa, mas aqui...Eu digo para mim mesma ' Ok, você está em Londres!' Então, eu relaxo em Notting Hill. Eu fui pela primeira vez a Maje, Sandro e Liberty. Mas eu tenho tendência de gastar muito dinheiro com coisas que já tenho no meu armário. Aqui, por exemplo, eu comprei três chemises, embora já tenha uma centena".
Sobre seu trabalho com Josh Radnor, em "Liberal Arts": "Ele escreveu, dirigiu e interpretou o filme, mas conseguiu fazer isso com muita maestria. Eu achava que isso seria um pouco complicado. Ele estava disponível para nós, não importava o que fosse. Era ótimo saber exatamente o que ele queria que a gente fizesse".
O “Oldboy” original, coreano, figura fácil na maioria das listas de melhores dos primeiros anos do século 21 de qualquer cinéfilo. Por isso a versão americana, dirigida por Spike Lee e estrelada por Josh Brolin, Sharlto Copley e Elizabeth Olsen, já está deixando todo mundo com um pé atrás. A estratégia da produção é, então, evitar toda e qualquer comparação, deixando bem claro que esta é uma nova versão, como fica evidente pela fala de Elizabeth:
“Não é uma tentativa de refazer o original - é chegar nele de um ponto de vista diferente. Ao mesmo tempo, focando na fonte primária do filme coreano, porque também nos baseamos no mangá original, então nossa fonte primária é o romance ilustrado, na verdade.”

A sinopse original prega que “‘Oldboy’ acompanha a história de um publicitário (Josh Brolin) que é sequestrado e mantido em cativeiro por 20 anos sem saber o motivo de estar ali. Quando ele é solto inexplicadamente, embarca em uma missão obsessiva para tentar descobrir quem orquestrou sua bizarra e tortuosa punição, apenas para se ver ainda preso em uma teia de conspiração e tormento. Sua jornada por vingança o leva a um relacionamento doentio com uma jovem assistente social (Elizabeth Olsen) e, por fim, a um homem (Sharlto Copley) que pode ter as chaves para sua salvação.”

Existem, desde já, algumas diferenças fundamentais entre os dois filmes, mas não custa lembrar que mesmo o original, dirigido por Park Chan-Wook, toma uma série de liberdades em relação ao quadrinho em que foi baseado. O elenco se completa com Samuel L. Jackson, Bruce Hornsby e Nate Parker. O roteiro é de Mark Protosevich.
http://www.youtube.com/watch?v=IvLHeOFbSNE - Peace, Love & Misunderstanding 
http://www.youtube.com/watch?v=vatOw6FquzU - Red Lights
http://www.youtube.com/watch?v=0_k3wCsOgqk - Martha Marcy May Marlene
























Festival de Sundance 2013



Uma pergunta cerca a edição 2013 do Festival de Cinema de Sundance, que começou em 17 de janeiro e termina neste domingo (27) em Utah, nos Estados Unidos: qual filme será o novo "Indomável Sonhadora" ? Afinal, foi em Sundance, no ano passado, que o modesto longa do desconhecido cineasta Benh Zeitlin ganhou o prêmio do júri e começou uma trajetória de sucesso que culminou em surpreendentes quatro indicações ao Oscar - incluindo melhor filme, diretor e atriz.
Foi o mais recente caso de "queridinho" do festival que ganhou o público e a Academia. Fundado em 1978 pelo ator Robert Redford, Sundance deu o pontapé inicial para vencedores do Oscar como "Preciosa" e "Pequena Miss Sunshine" e fenômenos de bilheteria como "A Bruxa de Blair", além de chamar a atenção de Hollywood para diretores como Christopher Nolan (com "Amnésia") e Steven Soderbergh (com "Sexo, Mentiras e Videotape").
Neste ano, os críticos já começaram a eleger seus favoritos, enquanto distribuidoras correm para comprar os direitos das produções mais promissoras.
"Fruitvale", de Ryan Coogler

Principal destaque de Sundance até agora, foi alvo de intensas negociações entre várias distribuidoras, até a poderosa Weinstein Company fechar a compra por US$ 2,5 milhões. De acordo com o site Deadline, a disputa foi acirrada porque "vários compradores acreditam que 'Fruitvale' tem potencial para ser um desses filmes que surgem do nada - como 'Preciosa' e 'Indomável Sonhadora' - para conquistar público e críticos". 
O filme conta a história real de Oscar Grant, jovem negro de 22 anos morto pela polícia da região de San Francisco no Réveillon de 2009. A imprensa norte-americana vem rasgando elogios ao diretor estreante, Ryan Coogler, e ao ator Michael B. Jordan, que até agora teve participações pequenas no cinema e na TV. "É um papel-revelação", disse a Entertainment Weekly, que definiu "Fruitvale" como o primeiro "uau" de Sundance neste ano. 




"Antes da Meia-Noite", de Richard Linklater

A aguardada volta de Ethan Hawke e Julie Delpy como Celine e Jesse, os personagens de “Antes do Amanhecer” e “Antes do Pôr-do-sol”, foi muito bem recebida pelos críticos. O filme, dirigido por Richard Linklater, encontra os dois juntos durante uma viagem à Grécia. Como sempre, o casal fará muita discussão de relação.
De acordo com a Indiewire, "Antes da Meia-Noite" é o trabalho "mais refinado" de Linklater. A Slate foi além, dizendo que o filme é "tão bom que se aproxima da perfeição", enquanto o Hollywood Reporter afirmou que Delpy e Hawke estão “tão convicentes na meia-idade quanto quando eram jovens apaixonados” e que “o público que envelheceu junto com Celine e Jesse vai adorar o novo episódio”. A discordância ficou para o britânico The Guardian, que chamou o filme de “forçado e desnecessário”.




"Kill Your Darlings", de John Krokidas

Daniel Radcliffe diz adeus a Harry Potter de uma vez por todas ao interpretar Allen Ginsberg no filme de John Krokidas que fala sobre um assassinato que envolveu o poeta e outros dois ícones da geração Beat, Jack Kerouac e William Burroughs.
Uma cena de sexo homossexual, em particular, deve provocar comoção entre os fãs dos livros de J.K. Rowling.
Os críticos aprovaram a atuação do britânico: "Enquanto transmite a excitação de um jovem rebelde disposto a derrubar as convenções, Radcliffe também ancora o filme com vulnerabilidade certeira”, disse o Hollywood Reporter. Para a revista New York, o ator “escolhe seu caminho sem pedir desculpas àqueles que podem considerar suas escolhas estranhas ou chocantes” e “adapta o usual modelo de carreira de atores jovens a seus próprios interesses”.



"Don Jon’s Addiction", de Joseph Gordon-Levitt

Famoso por seus papel no filme “500 Dias com Ela” e na série “30 Rock From The Sun”, Joseph Gordon-Levitt faz sua estreia como roteirista e diretor.
Ele também é o protagonista, um homem viciado em pornografia que busca uma vida amorosa e sexual mais satisfatória. No elenco também estão Scarlett Johansson, Julianne Moore, Tony Danza, Channing Tatum e Anne Hathaway.
Comprado por US$ 4 milhões pela Relativity Media, após negociações com várias distribuidoras, o longa deve estrear no verão americano (junho a agosto) em cerca de 2 mil salas. Os críticos pareceram surpresos com a diversão proporcionada por um filme que, segundo eles, repete clichês de comédias do gênero. A Entertainment Weekly definiu o longa como "charmoso", enquanto o The Guardian chamou Gordon-Levitt de "diretor promissor".





"Twenty Feet From Stardom", de Morgan Neville

Sundance também costuma ser forte na seleção de documentários, e o destaque deste ano é o filme do diretor Morgan Neville - ovacionado pela plateia em várias sessões. "Quem viu, virou fã", disse o jornal New York Times. "O público aplaudiu de pé."
"Twenty Feet From Stardom" celebra o trabalho pouco conhecido e valorizado das backup singers, as cantoras de apoio de estrelas da música.
O documentário conta com depoimentos de Mick Jagger, Stevie Wonder, Bruce Springsteen e Sheryl Crow. Disputado por várias distribuidoras, foi comprado pela Weinstein Co. e deve ser lançado no verão americano.





Outros destaques:
Espécie de "lado B" de Hollywood, o Festival de Sundance é palco para atores famosos que tentam a sorte em filmes independentes. Um dos melhores exemplos deste ano é "Stoker", misto de filme de horror e thriler psicológico estrelado por Nicole Kidman e dirigido por Park Chan-wook, de "Old Boy", em sua estreia no cinema americano.







Naomi Watts e Robin Wright estão em "Two Mothers", um dos filmes que mais dividiu os críticos neste ano, no qual intepretam mães que se apaixonam pelos filhos uma da outra.




Jovens atores também estão com tudo nesta edição de Sundance. Amanda Seyfriend é a estrela de "Lovelace", sobre a atriz pornô Linda Lovelace, enquanto Shia LaBeouf e Evan Rachel Wood dividem a cena em "The Necessary Death of Charlie Countryman", suspense ambientado na Romênia.










Famoso por "Superbad" e "Juno", Michael Cera foi ao festival com dois filmes - ambos dirigidos pelo chileno Sebastian Silva: "Crystal Fairy" e "Magic Magic".