terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Balmain


A Balmain foi fundada em 1945 por Pierre Balmain. Seu criador acumulou experiência trabalhando na Maison de Edward Molyneux e na de Lucien Lelong. Nessa última ele foi colega de Christian Dior. Segundo Charlotte Seeling no livro “Moda, Século dos Estilistas”, Dior e Balmain quase abriram uma empresa em sociedade.

Seu lema era: “a elegância surge da simplicidade”. Suas formas eram arquiteturais. O estilo de Pierre Balmain era muito elegante. Ele gostava de tons suaves, acabamento com peles, bordados. Uma feminilidade clássica, que valorizava o corpo da mulher.

Balmain tinha sobretudo um ótimo tino para escolher seus assistentes. Primeiro foi John Cavanagh. Ele trabalhou por lá até 1952, quando fundou sua própria Maison. Em 1954 ele emprega Karl Lagerfeld, jovenzinho que ganhara o prêmio do Secretariado da Lã (Yves Saint Laurent ficou em segundo). O Kaiser da Chanel ficou por lá até 1958 quando foi para o ateliê de Jean Patou.

Após a morte de Pierre Balmain, em 1982, a grife sobreviveu. A partir de 1982 com Eric Morteson, em 1990 assumiu Hervé Pierre, em 1992 foi Oscar de La Renta o eleito. Em 2001 Laurent Mercier passa a assinar o pret-a-porter. Dois anos depois De la Renta sai e Mercier também assina a alta-costura. A Balmain não andava bem das pernas. Quase faliu. Um grupo de investidores ressucitou a marca em 2005, convocando o jovem francês Christophe Decarnin. O atual diretor critiavo trabalhou com Paco Rabanne e deu vida nova a casa. Sua coleção mais comentada foi a de verão 2009. Ela reúne todos os itens citados acima. Até a Madonna aderiu a Balmain-mania. Ela usa um vestido da marca no novo clipe Celebration.






























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