quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Valeska Steiner "As Cool As Berlin"

 

I wanna be as cool as berlin
I wanna be loud guitars and electricy
Fucked up and indie
Secondhand and mtv

 
I wanna be, i wanna be
I wanna be, i wanna be
I wanna be as cool as berlin
I wanna be future with a history
Out of tune but in my melody
Je m'en fous
But very trendy
 
I wanna be, i wanna be
I wanna be, i wanna be
I wanna be, i wanna be
I wanna be, i wanna be
I wanna be as cool as berlin

  I wanna be urban poetry
Young and wild and free
Yeah, yeah, yeah

I wanna be, i wanna be I wanna be, i wanna be I wanna be, i wanna be
I wanna be, i wanna be
I wanna be as cool as berlin

  I want the vibes and minds and the jokes and the teams
I wanna be most people's couple of tea
A friendly kind of freak
Oh, pretty, pretty please!
 
I wanna be, i wanna be
I wanna be, i wanna be
I wanna be, i wanna be
I wanna be, i wanna be (repeat)
As hot as the coolest city

BOY - "Little Numbers"

 
 
Waited for your call, for the moon
To release me from the longest afternoon
I've re-arranged parts of my living room
But time is hard to kill since I met you

Looking at the cars that drive on by
While spring is making promises outside
Red cars are quite rare I realize
Then I wonder which color you'd like

Seven little numbers
Baby, they could be a start
Seven little numbers
Baby, I know yours by heart

Woo-oh, oh-oh, all the pretty things that we could be
Woo-oh, oh-oh, I feel you in every heartbeat
Woo-oh, oh-oh, travel in a dream that could come true
These numbers could be lucky for you

I watch the sky change to a darker blue
I can't think of another thing to do
And every song just makes me think of you
Because the singer sounds as if she was longing,
As if she was longing, too

Seven little numbers
Baby, they could be a start
Seven little numbers
Baby, I know yours by heart
Seven little numbers
Baby, they could make a change
Seven little numbers
Make a fire out of this flame

Woo-oh, oh-oh, all the pretty things that we could be
Woo-oh, oh-oh, I feel you in every heartbeat
Woo-oh, oh-oh, travel in a dream that could come true
These numbers could be lucky for you

I read your name on every wall, on every wall - tell me
Is there a cure for me at all, for me at all - tell me
I read your name on every wall, on every wall - tell me
Is there a cure for me at all, for me at all

Woo-oh, oh-oh, all the pretty things that we could be
Woo-oh, oh-oh, I feel you in every heartbeat
Woo-oh, oh-oh, travel in a dream that could come true
These numbers could be lucky for you

Woo-oh, oh-oh
Woo-oh, oh-oh
Woo-oh, oh-oh
These numbers could be lucky
These numbers could be lucky for you

BOY - "Skin"

 
 
All day long she's waiting for the night to ask her out
To be somebody's dancer, to get lost inside a crowd
There's no need to talk, because the music is so loud,
Till a taxi drives her back into a morning full of doubts.

You can feel like a part of something if you're part of the scene
You can make your life look pretty add a little ice and gin,
Wash off the make-up and prepare the aspirin
Well you can get out of this party dress but you can't get out of this skin.

His home is where his heart is at the parties that he rolls.
Tells himself he can't be lonely cause he's never on his own,
But all the friends he makes at night, in the morning they are gone,
And he's left with his four walls, his aching head, his silent phone

You can feel like a part of something if you're part of the scene
You can make your life look pretty add a little ice and gin,
Wash off the make-up and prepare the aspirin
Well you can get out of this party dress but you can't get out of this skin.

All day long she's waiting for the night to ask her out
To be somebody's dancer...

You can feel like a part of something if you're part of the scene
You can make your life look pretty add a little ice and gin
Wash off the make-up and prepare the aspirin
Well you can get out of this party dress but you can't get out of
Feeling like you are part of something if you are part of the scene
You can make your life look pretty add a little ice and gin,
Wash off the make-up and prepare the aspirin
Well you can get out of this party dress but you can't get out of this...

BOY - "Waitress"




They walk in and sit down,
With their mood of the day.
They read books over tea,
They give tips when they pay.
Butter and bread, diet Coke and cake,
She takes notes, she makes no mistakes.

Well daylight is fadin'
While traders are tradin'
While the jukebox is playin'
The lovers are datin',
The waitress is waitin'...

For a thing to explode,
For a light to go on,
For some sign to show
Her time has yet to come.
She's countin' the days
Until real life arrives.
She's countin': two three four five

And every minute feels
Just like the one before
No surprise, no twist
She wants so much more

Well daylight is fadin'
While traders are tradin'
While players are playin'
And lovers are datin',
The waitress is waitin'...

For a thing to explode,
For a light to go on,
For some sign to show
Her best has yet to come.
She's countin' the days
Until real life arrives.
She's countin': two three four five

When will that thing explode
When will that light go on
Just to assure her she's not wrong.
She's countin' the days

Until real life arrives.
She's countin', from nine to five
She's countin': two three four five.

Feche os olhos e escute a banda BOY!

 
 
BOY é um dueto formado por Valeska Steiner (Zurique) e Sonja Glass (Hamburgo) garotas que tocam todos os instrumentos, exceto bateria que fica por conta do bateirista do Phoenix, Thomas Hedlund. Melodias excitantes e a mistura do humor diário das duas compõem o primeiro album “Mutual Friends’.
 
Como Valeska e Sonja mesmas descrevem, “é a melhor música para quem quer ir para um mundo tangível de se ver e sentir. Um mundo em que só de fechar os olhos você se enxerga em um lugar vivo e de cenas maravilhosas”.
 
Elas se uniram em 2005 quando estudavam na escola de música Hochschule für Musik de Hamburgo. A banda aos poucos foi sendo chamada para pequenas apresentações quando em 2011 foram descobertas pela gravadora Grönland Records. As garotas lançaram no ano passado seu primeiro álbum, um nome que descreve muito a carreira delas, “Mutual Friends” produzido pelo Philipp Steinke. Tamanho o destaque que o projeto ganhou o premio de melhor álbum no European Border Breakers Award (EBBA).
 
A música do BOY é um verdadeiro fascínio, encantadora o tipo que você consegue ficar ouvindo por horas sem ver o tempo passar. O som delas é como uma amizade colorida que você se apaixona aos poucos e quando vê não consegue viver sem, as melodias são empolgantes com uma boa dose de poesia.

Valeska Steiner e Sonja Glass atualmente podem ser vistas rodando a Alemanha, Suíça, Holanda e outros países da Europa com sua tour que conta com diversos músicos convidados.













    

    

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Anne Sexton



Anne Sexton (Newton, 9 de novembro de 1928Weston, 4 de outubro de 1974) foi uma escritora estadunidense conhecida por sua poesia confessional bastante pessoal. Ela venceu o Prêmio Pulitzer de poesia em 1967. Os temas de seus poemas incluem sua longa batalha contra a depressão, suas tendências suicidas e vários detalhes íntimos de sua vida privada, incluindo seu relacionamento com familiares. Após de várias tentativas, ela acabou tirando a própria vida em 1974.

Anne Sexton nasceu como Anne Gray Harvey. Ela era a filha caçula do empresário Ralph Harvey e de Mary Gray Staples. Passou a maior parte de sua infância em Boston. Em 1945, ela foi matriculada no internato Rogers Hall, em Lowell, Massachusetts, estudando, mais tarde, por um ano em Garland Junior College. Durante certo tempo, Sexton trabalhou como modelo para a agência Hart de Boston. No dia 16 de agosto de 1948, aos dezenove anos, ela se casou com Alfred Sexton, e eles permaneceram juntos até 1973, um ano antes de sua morte.

Ao longo de sua vida, Sexton sofreu de severos transtornos mentais. Seu primeiro episódio maníaco ocorreu em 1954. Depois de um segundo colapso em 1955, ela conheceu o médico Martin Theodore Orne, que se tornou seu terapeuta de longa-data no Hospital Glenside. Foi Orne quem a encorajou a escrever poesia. A primeira workshop de poesia a que ela compareceu foi ministrada por John Holmes. Ela sentira grande trepidação no momento de se registrar para a aula e, por isso, pediu a um amigo que fizesse o telefonema e que a acompanhasse na primeira sessão.

Graças às experiências com tal workshop, Sexton teve rápido sucesso com sua poesia, e seus poemas foram aceitos pelas revistas The New Yorker, Harper's e Saturday Review. Mais tarde, ela foi aluna de Robert Lowell na Universidade de Boston, juntamente com outros poetas distintos como Sylvia Plath e George Starbuck.

A vida poética de Sexton foi encorajada mais ainda por seu mentor e amigo W. D. Snodgrass, o qual ela conheceu durante uma conferência de escritores em 1957. Um dos poemas dele, Heart's Needle, serviu de inspiração para um dos temas de Sexton: a sua separação de sua filha de três anos de idade. Ela leu o poema citado pela primeira vez na época em que sua filha estava morando com sua sogra. Foi então que ela escreveu The Double Image, um poema que explora o relacionamento multi-generacional entre mãe e filha.

Enquanto trabalhava com John Holmes, Sexton conheceu Maxine Kumin. Elas se tornaram grandes amigas e assim permaneceram pelo resto da vida de Sexton. Além disso, Kumin e Sexton criticavam rigorosamente o trabalho de uma da outra e escreveram, juntas, quatro livros infantis. Pelo final da década de 1960, a doença mental de Anne Sexton começou a afetar sua carreira, embora ela continuasse escrevendo e publicando seu trabalho. Ela também colaborou com músicos, formando um grupo de jazz chamado Her Kind, que adicionava música à sua poesia. Sua peça teatral Mercy Street foi produzida em 1969, após anos de revisão, e inspirou uma canção homônima de Peter Gabriel.

Além de seus temas padrões como depressão, isolamento, suicídio, morte e desespero, Anne Sexton escreve também sobre questões específicas das mulheres, como menstruação, aborto e, mais largamente, masturbação e adultério. À época, tais matérias não eram comumente usadas nos discurso poético.

Em 4 de outubro de 1974, Anne Sexton teve um almoço ao lado de sua amiga Maxine Kumin, para revisar o seu manuscrito de The Awful Rowing Toward God, que seria publicado em março de 1975. Ao retornar para casa, ela vestiu o velho casaco de peles de sua mãe e se trancou em sua garagem, deixando o motor de seu carro ligado e cometendo suicídio por intoxicação por monóxido de carbono.
Um ano antes de sua morte, ela disse em uma entrevista que ela escreveu os primeiros rascunhos de The Awful Rowing Toward God em vinte dias, com "dois dias fora por desespero e três dias fora em um hospital psiquiátrico". Ela está enterrada no Cemitério Forest Hills, em Jamaica Plain, Boston.

Sylvia Plath

 
 
 
Sylvia Plath nasceu em Boston, EUA, em 1932. Teve uma passagem melancólica por Nova York, tentou o suicídio por mais de uma vez, casou em 1956 com o poeta inglês Ted Hughes, foi com ele para Cambridge, Inglaterra. Teve dois filhos. Descasou em 1962, escreveu seus poemas capitais, publicados postumamente no volume Ariel (1965), sua obra mais importante. Dois anos antes, em 1960, lançara o seu primeiro livro, Colossus.
 
Em 11 de fevereiro de 1963, Sylvia Plath aos 30 anos de idade cometia suicídio inspirando gás na cozinha de sua residência.

Reconhecida principalmente por sua obra poética, Sylvia Plath escreveu também um romance semi-autobiográfico, "A Redoma de Vidro" ("The Bell Jar"), sob o pseudônimo Victoria Lucas, com detalhamentos do histórico de sua luta contra a depressão. Assim como Anne Sexton, Sylvia Plath é creditada por dar continuidade ao gênero de poesia confessional, iniciado por Robert Lowell e W.D. Snodgrass.

Filha de Aurelia Schober Plath, da primeira geração norte-americana de uma família austríaca, e de Otto Emile Plath, um imigrante de Grabow, Alemanha. O pai trabalhava como professor de zoologia e alemão na Universidade de Boston, sendo também um notável especialista em abelhas. A mãe de Sylvia era vinte e um anos mais nova que o marido. Em 1934, nasceu o segundo filho, Warren. A famíla mudou-se para Winthrop, Massachusetts, em 1936, durante a Grande Depressão. Sylvia, então com quatro anos de idade, passaria em Johnson Avenue grande parte de sua infância. A mãe de Sylvia, Aurelia, crescera em Winthrop, e seus avós maternos, os Schobers, viveram em uma parte da cidade, de nome Point Shirley, mencionada na poesia de Plath. Sylvia publicou seu primeiro poema em Winthrop, na sessão infantil de Boston Herald, aos oito anos de idade.

Otto Plath morre em 5 de novembro de 1940, uma semana e meia após o aniversário de oito anos de Sylvia, devido a complicações seguidas à amputação de uma das pernas em decorrência de diabetes. A doença já era tratável nessa época, porém ele não havia recebido o tratamento necessário, tendo diagnosticado a doença por conta própria. Otto ficara doente pouco tempo após a morte de um amigo próximo, de câncer no pulmão, e devido às similaridades entre os sintomas de seu amigo e seus próprios sintomas, Otto estava convencido de que também sofria da doença, e não buscou o tratamento, fazendo com que sua verdadeira doença progredisse criticamente. O pai de Sylvia Plath está enterrado no cemitério de Winthrop, onde sua lápide continua a atrair leitores de um dos poemas mais famosos de Plath, "Papai" ("Daddy"). Aurelia Plath, então, muda-se com seus pais e as crianças, para a rua Elmwood 26, em Wellesley, Massachusetts, em 1942.

Durante o verão após seu terceiro ano na faculdade, Plath recebeu a posição de editora convidada na revista "Mademoiselle", morando por um mês na cidade de Nova York ao ocupá-la. A experiência não foi nada do que Sylvia esperava, começando então um redemoinho em sua visão sobre si própria e da vida em geral. Muitos dos eventos ocorridos naquele verão inspiraram o seu único romance, A Redoma de Vidro. No seu primeiro ano em Smith College, Sylvia tenta o suicídio pela primeira vez, tomando uma overdose de narcóticos. Detalhes sobre outras tentativas, documentadas oficialmente ou não em seu histórico médico, estão presentes no livro em forma de crônica.

Após esse episódio, Plath esteve brevemente comprometida a uma instituição psiquiátrica, onde recebeu terapia atavés de eletrochoques. Sua estada no hospital McLean foi financiada por Olive Higgins Prouty, também responsável pela bolsa concedida à Plath para arcar com as despesas de seus anos em Smith College. Sylvia recupera-se de seu estado satisfatoriamente, formando-se em Smith College com louvor em 1955. Aluna brilhante, obteve bolsa integral fullbright na Universidade de Cambridge, na Inglaterra, onde continuou a escrever poesia ativamente, publicando seu trabalho ocasionalmente no jornal Varsity, organizado por estudantes principalmente. No final de fevereiro de 1955, na festa de lançamento da "St. Botolph's Review", em Cambridge, conhece o jovem poeta britânico Ted Hughes, o que Plath afirmou em uma carta à mãe ser paixão imediata, visto que já acompanhava e admirava seu trabalho literário. Casaram-se em uma pequena cerimônia no dia 16 de junho de 1955.

O jovem casal de poetas passou o período de julho de 1957 a outubro de 1959 vivendo e trabalhando nos Estados Unidos, onde Plath lecionava inglês em Smith. Mudaram-se para Boston, onde Plath assistia aos seminários do poeta Robert Lowell. Além de Sylvia, a poeta Anne Sexton também freqüentou esses seminários. Nessa época, Plath e Hughes conhecem também, W. S. Merwin, que admirou o trabalho do casal, firmando amizade com Sylvia e Ted por toda a sua vida.

Com a descoberta da gravidez de Plath, o casal muda-se de volta para a Inglaterra, vivendo em Chalcot Square, próximo à area Primrose Hill de Regent's Park, em Londres. O casal fixa-se então, na pequena cidade de North Tawton, em Devon. Nessa época, é publicada a primeira coletânea de poemas de Sylvia Plath, chamada "The Colossus". Em fevereiro de 1961, Plath sofre um aborto, que seria um dos seus temas principais, presente em grande número de poemas.

O casamento de Plath com Ted Hughes começa, então, a enfrentar muitos obstáculos, particularmente a relação extra-conjugal de Hughes com Assia Wevill, e o casal separa-se no final de 1962. Plath, então, retorna a Londres com seus dois filhos, Frieda e Nicholas, de três anos e um ano, espectivamente, alugando um apartamento na rua Fitzroy n° 23 (a apenas alguns quarteirões do apartamento em que havia morado com o marido, em Chalcot Square), no prédio onde W. B. Yeats também havia morado. Plath agradou-se do fato, considerando um bom presságio. Ali escreve o "A Redoma de Vidro", seu único romance.

Na manhã de 11 de fevereiro de 1963, Plath veda completamente o quarto das crianças com toalhas molhadas e roupas, deixando leite e pão perto de suas camas, tendo ainda o cuidado de abrir as janelas do quarto, ainda que em meio a uma forte nevasca. Então, toma uma grande quantidade de narcóticos, deitando logo após a cabeça sobre uma toalha no interior do forno, com o gás ligado. Na manhã seguinte foi encontrada pela enfermeira que havia contratado, Myra Norris, que, quando chegou ao apartamento, sentiu um cheiro muito forte de gás. Pediu ajuda. A porta foi arrombada. O quarto das crianças estava gelado, e ambas com muito frio.

Em 16 de março de 2009 seu filho Nicholas Hughes (biólogo marinho e professor universitário em Fairbanks, Alasca), em consequência de uma depressão, também cometeu suicídio enforcando-se em sua casa. Não era casado e não tinha filhos.

Plath manteve o hábito de escrever em diários desde a idade de 11 anos, até o seu suicídio. Seus diários da fase adulta, começando com seu anos como caloura em Smith College em 1950, foram publicados primeiramente em 1980, editados por Frances McCullough. Em 1982, quando o Smith College recuperou os diários que faltavam, Ted Hughes os selou até 11 de fevereiro de 2013, decorridos cinquenta anos da morte de Sylvia.

Em 1998, pouco antes de sua morte, Hughes liberou os manuscritos, passando-os para Frieda e Nicholas, que os repassaram para Karen V. Kukil, para serem editados. Kukil termina a edição em dezembro de 1999, e no anos de 2000, os Diários são publicados pela editora Anchor Books, com o título The Unabridged Journals of Sylvia Plath. De acordo com a contra-capa, dois terços dos Unabridged Journals eram materiais novos. A escritora americana Joyce Carol Oates descreve a publicação como um "genuíno evento literário".

Hughes foi alvo de muito criticismo, pelo papel que desempenhou destruindo a última parte dos diários de Plath, que continham escritos desde o inverno de 1962 até a sua morte. Ele se defende, afirmando que os havia destruído em um ato de proteção de seus filhos, e que o esquecimento para ele era uma parte essencial da sua sobrevivência.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Cara Delevingne



Primeiro Twiggy, Jean e Veruschka. Depois Christy, Cindy, Claudia, Eva, Helena, Linda, Kate e Naomi. Logo em seguida, Gisele, Daria, Natalia, Raquel e Karen. Hoje, Lara, Freja, Anja, Joan, Abbey e Natasha. Mas quem serão as supermodelos de amanhã? Após Cara Delevingne publicar em seu Instagram uma fotografia sua ao lado de Lily Donaldson, Lindsey Wixson, Alice Dellal e Karlie Kloss, o jornal britânico “The Telegraph” levantou um questionamento similar: serão essas jovens garotas as próximas a ficarem conhecidas apenas por seu primeiro nome, prova máxima da elevação de uma modelo ao patamar de ícone?

Cara Delevingne, irmã de Poppy Delevingne, é uma britânica de 19 anos nascida em uma família abastada de Londres. Impulsionada à fama graças às campanhas publicitárias da Burberry, a modelo, ainda considerada recém-chegada na indústria, já emplacou desfiles para grandes marcas como Stella McCartney e Dolce & Gabbana, além de uma participação no novo filme de Joe Wright, “Anna Karenina”, protagonizado por Keira Knightley e Jude Law.

Cara é irmã mais nova da também it-girl e embaixadora da Chanel Poppy Delevingne.Cara lançou seu rosto lindo ao mundo da fama ao estrelar a campanha de primavera da Givenchy, de lá pra cá já virou capa de revista, modelo, it-girl e tudo mais! Com sua sobrancelha grossa e expressão forte e ao mesmo tempo delicada, a mocinha que só tem 1,73 cm está conquistando o mundo fashion.
A jovem diz possuir um estilo um pouco mais masculino. Não é comum vê-la usando vestidos e saias mas isso não a torna menos feminina ou elegante, e sim mais cheia de atitude.Com um bom gosto ímpar, a jovem se veste extremamente bem e adora montar looks trabalhados, com jaquetas, pulseiras, botas e uma calças skinny.
Poppy Delevingne e sua irmã mais nova Cara são duas it-girls britânicas, filhas de uma compradora da Selfridges. Estudaram nos melhores colégios e começaram a modelar para marcas dos amigos da família. Poppy virou embaixadora da Chanel e mudou-se para NY e Cara fez a campanha de verão 2011 da Burberry e ainda mora em Londres.




















Poppy Delevingne



Famosa socialite e modelo inglesa, filha da Pandora Stevens (da Selfridges) e queridinha do Karl Lagerfeld.

Poppy foi educada nos melhores colégios britânicos, onde estudou com Alice Dellal. Recentemente, mudou-se para NYC onde, além de modelar, tem sido presença constante em vários eventos.

Já desfilou pra um monte de grifes bem legais, e tem chamado a atenção em festas ou no dia-a-dia.