segunda-feira, 15 de outubro de 2012

“Born to Die: The Paradise Edition” - Lana Del Rey

 
 
 
O novo lançamento de Lana Del Rey só será lançado no dia 12 de Novembro, porém, o mesmo já encontra-se em pré-venda na loja digital iTunes do Brasil. A pré-venda iniciou-se esta semana e já está na 22ª posição no Top 200.
 
A cantora norte-americana Lana Del Rey lançou nesta sexta-feira (12) o clipe de "Ride", música do seu disco de estreia, "Born to die". Ela protagoniza cenas sensuais com um motoqueiro no vídeo de dez minutos, cheio de referências à ícones culturais dos EUA, como em seus outros trabalhos. Em uma das cenas, ela simula sexo em cima de uma máquina de pinball.  O vídeo foi dirigido por Anthony Mandler, que trabalhou com a cantora em “National Anthem”.

Antes da música começar no vídeo, Lana declama um texto, sobre a personagem que interpreta no clipe: “Eu era uma cantora. Não uma muito popular. Um dia tive sonhos de me tornar uma bela poetisa. Mas, depois de uma série de eventos desafortunados, vi esses sonhos se destruírem e se dividirem em milhões de estrelas na escuridão da noite”.

O que se segue são imagens de Lana enrolada numa bandeira americana, fazendo sexo com um cara mais velho e até mesmo andando de motocicleta com uma gangue.

“Eu acredito no país que América costumava ser. Acredito na pessoa que quero me tornar. Acredito na liberdade do amor aberto”, diz ao final do vídeo. “Sou louca, mas sou livre”.
A cantora foi eleita em setembro pela revista britânica "GQ" a "mulher do ano" segundo a publicação e apareceu nua em foto de capa. O clipe de "Ride" divulga o relançamento do primeiro disco no mercado norte-americano.
 
A cantora americana Lana Del Rey, de 26 anos, revelou que era dependente de álcool na adolescência, em entrevista à revista GQ. Segundo a própria artista, seus pais optaram por interná-la em uma escola rigorosa em Connecticut, quando ela tinha 14 anos, com a intenção de ajudá-la a superar o vício.

A cantora declarou que o período a inspirou a escrever a música "Born To Die", referindo-se aos seus anos “selvagens”.
 
"Eu era uma grande bebedora. Gostava de beber todos os dias. Eu bebia sozinha. Eu pensei que todo o conceito fosse muito legal. Um bom motivo para que eu tenha escrito ‘Born To Die’ é sobre estes.... anos selvagens”, declarou a cantora.

Ainda na entrevista, a pop star disse que gerou muita preocupação para os pais.

"Meus pais estavam preocupados, eu estava preocupada. Eu sabia que era um problema quando eu gostei mais da bebida do que fazer qualquer outra coisa. Eu sabia que estava ferrada. Totalmente ferrada", declarou.

Álbuns
#24 – Born to Die: The Paradise Edition (Atualizado às 23h16)
#60 – Born to Die (Deluxe)
#188 – Born to Die

Singles
#34 – Ride
#53 – Video Games
#115 – Burning Desire
#139 – Video Games (Remastered)
#195 – Born to Die
 
Lana Del Rey concedeu entrevista exclusiva para à GQ Magazine, em Monte Carlo – Mônaco, onde falou sobre diversos assuntos, dentre eles: relacionamento com os pais, infância, direitos autorais, drogas e amores.
 
Durante a entrevista à revista, Lana afirmou que boa parte das músicas do álbum “Born to Die” são sobre o período em que ela ficou reclusa em um colégio interno e completou:
A maioria das vezes que eu escrevo sobre a pessoa que eu amo, eu sinto como se estivesse falando sobre Nova Iorque, minha paixão. E quando eu escrevo sobre algo que perdi, é como se falasse sobre o álcool, pois na verdade ele foi o primeiro amor da minha vida, mas já faz nove anos que estou sóbria. Claro, há pessoas, mais na verdade é o álcool.
Ao decorrer da conversa Lana se mostra bastante surpresa com a sua fama extraordinária e diz que preferia a vida que tivera anos atrás:
Manter as coisas pequenas, tocar em lugares pequenos, esse tipo de coisa, é o que eu sempre quis fazer. O problema é que, Lizzy Grant pode ter tido a chance de manter as coisas pequenas, mas Lana Del Rey não tem essa esperança.
Quando o assunto é amor, Lana Del Rey diz que acredita em almas gêmeas:
Eu acredito. Mas eu acho que há mais de uma para todos. Eu poderia encontrar uma pessoa, mas gostar de outras pessoas também. Eu já vi isso acontecer antes: pessoas que têm os seus amores verdadeiros, com outros grandes amores ao seu redor.
 Em entrevista à Vogue australiana, Lana Del Rey relevou que deseja escrever para o cinema. Ela ainda explica que o trabalho na indústria do cinema seria o seu “lugar feliz”.
 
“Quando eu estava começando, eu tinha o objetivo de ser uma escritora de cinema e é isso que eu estou fazendo agora. Estou muito feliz”, disse Del Rey.
 
Ela continuou: “Espero ramificar meu trabalho para o cinema e ficar lá. Esse é o lugar onde eu ficaria mais feliz, e gostaria de permanecer lá por um longo tempo…”
Lana também revelou que muitas vezes ela se sente desconfortável quando está no palco. “Gosto de cuidar das músicas – que é o meu lugar natural – então, quando eu chego no palco, vejo que ali não é o meu lugar”, disse. “Às vezes eu me ajoelho porque estou tremendo ou toco o público porque não sei mais o que fazer. Mas a coisa boa nisso, é que meus fãs se sentem mal por mim e me dão pelúcias”, brincou.
 
Curiosidades:
1) O lançamento para o Reino Unido será em 12 de Novembro de 2012;
2) Para os Estados Unidos e resto do mundo – 13 de Novembro de 2012 (mesma ideia de marketing usada em “Born to Die”);
3) Nos Estados Unidos será vendida tanto como digital quanto físico (limitado) – a versão “EP” que contará com apenas as músicas inéditas;
4) A faixa “Burning Desire” é uma faixa exclusiva do iTunes (apenas na versão digital do álbum);
5) Está confirmado (além das edições físicas e digital), edições “Deluxe Box Set” e Vinyl 12″ para o álbum;
6) O mais provável é que a versão “completa” com as 8 músicas inéditas + as 15 músicas de “Born to Die” seja lançada em Digipack (papelão) e o EP em Jewel Case;

7) A Universal Music Brasil já confirmou via Twitter que fará comercialização do álbum em território nacional. Mais concreto, que será a versão completa – em digipack.
 
Em recente entrevista ao The New Zealand Herald News, Lana explicou o motivo de sua mudança de nome da seguinte forma: “É só um nome diferente. Eu acabei me conhecendo tão bem depois que parei de beber e, de alguma forma, comecei a aprender sobre a forma certa de viver e o que me fazia feliz – criar coisas.”
 
“Eu sempre fui a mesma pessoa que sou agora e sempre fiz essas coisas regularmente. Sempre soube que eu teria o meu próprio nome, o meu próprio mundo”, continuoua.
 
Lana também falou sobre os problemas enfrentados com o álcool na adolescência:
 
Quando questionada sobre a sua fama repentina, Lana disse: “Acho que nada está garantido. Mas não quero nada. Eu consegui o que queria, paz, há muito tempo, quando decidi que iria escrever por escrever, porque isso é meu único amor. Não desejo que as coisas aumentem ou mudem. Tenho tudo o que quero desde me encontrei através das minhas composições e sou feliz desde então”.
 
 
 
Em entrevista ao The Daily Telegraph, Lana Del Rey creditou seus amigos de Hollywood e fãs leais por resgatá-la da “escuridão” após a repercussão negativa que ela foi obrigada a suportar com o sucesso repentino do álbum “Born to Die”.
 
Lana disse que o apoio da esposa de Tom Hanks, Rita Wilson e da atriz Jaime King, depois da sua polêmica performance no Saturday Night Live, ajudou a manter a sua fé em sua música.
“Houve um momento em que um enorme sentimento de escuridão tomou conta do projeto, e eu achei que foi uma coisa estranha para acontecer com alguém que só tinha o sonho de ser uma maravilhosa compositora e uma boa poeta”, disse ela.
 
“Pessoas como Rita e Jaime disseram para não me preocupar porque a música era boa e isso que importa.”
 
 
 
O álbum “Born to Die: The Paradise Edition” contará com versão ‘Deluxe Box Set‘. A edição entrou em pré-venda ontem na loja online da gravadora Universal Music do Reino Unido. Veja abaixo as especificações:

Edição limitada. Digipack especial de “Born To Die: The Paradise Edition”. Incluirá um exclusivo álbum com remixes, 4 cards, um disco de vinil de 7″ de “Blue Velvet” e um DVD com diversos vídeos. 
 



 
 

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