terça-feira, 30 de agosto de 2011

Maluco dos Manequins



Um homem foi preso depois de quebrar uma janela de uma companhia de produtos de limpeza para roubar uma manequim vestida em uniforme de empregada, informou a polícia norte-americana.

Ronald A. Dotson, de 39 anos, que já possuia um estranho histórico de quebrar vitrines para roubar manequins femininos, não resistiu a seu fetiche predileto e acabou atrás das grades por causa do novo delito.
Um juiz decidiu que Dotson deverá passar por um exame psiquiátrico que determinará se ele pode responder normalmente pelas acusações de tentativa de assalto e invasão de propriedade ou se sofre de problemas mentais.

"Dotson já foi preso e isso não o ajudou em nada", disse seu advogado, Edward Cohn. "Ele saiu da prisão e voltou a fazer a mesma coisa. É muito estranho."

O homem havia deixado a cadeia apenas uma semana antes de cometer o novo crime. Em sua erótica busca por manequins, nos últimos 13 anos ele foi condenado seis vezes por invasão e assalto, além de ter passado uma curta temporada na prisão.

"Ele disse a seu agente de condicional que ia comprar uma manequim para não ter que roubar mais", disse o detetive Brendan Moore. E completou.

"Aparentemente não deu certo."

Chinês fracassa em sua 100ª tentativa de suicídio



Um homem de meia idade na cidade chinesa de Ningbo tentou suicídio cem vezes nos últimos três anos, mas todas as suas tentativas acabaram frustradas, informou a imprensa estatal.

Com uma forte depressão desde que se divorciou de sua esposa, em 2003, o homem, apelidado de Shi, tentou suicidar-se de todas as maneiras possíveis.

Na última semana, a polícia o resgatou quando ele tentava se enforcar em uma árvore, na cidade oriental de Nankin.

Embora não existam estudos completos sobre o fenômeno do suicídio na China, o Ministério da Saúde calcula que cerca de 350 mil chineses se matem a cada ano, e a Organização Mundial da Saúde (OMS) coloca o país no 26º lugar em relação à taxa de suicídios.

A China é praticamente o único país do mundo onde a taxa de suicídios é maior entre as mulheres do que entre os homens, de acordo com a OMS.

Clube de vampiros em Londres



Um clube de vampiros em Londres está à caça de novos membros para participarem de festas extravagantes, viagens à Transilvânia e noites de caçada aos morcegos. O clube alerta, no entanto, que moradores de caixões e bebedores de sangue não devem se candidatar.

Com um gosto especial por dentaduras feitas sob medida com caninos afiados, maquiagem intensa e roupas góticas, os membros do Grupo de Vampiros de Londres (GVL) afirmam que o que os une é o fascínio pela aura romântica dos vampiros, e não o gosto pelo sinistro ou tenebroso.

Durante o dia eles podem ser advogados ou programadores vestidos em roupas conservadoras, mas, quando escurece, eles são transformados em vampiros por meio de roupas extravagantes.

O Baile Gótico de Halloween, que ocorre todos os anos na cidade inglesa de Whitby, onde Bram Stoker se inspirou para escrever "Drácula", tem dia fixo no calendário. São planejadas viagens para os castelos na República Tcheca, e para New Orleans, cenário de “Entrevista com o Vampiro” de Anne Rice.

"Sempre fui fascinada por vampiros. Eles são muito retratados como poderosos e bonitos. O que encanta é o romantismo de tudo que diz respeito ao tema", relatou Rebecca Summers, 35, secretária do GVL, que foi fundado há cerca de 12 anos.

Com cabelos compridos e negros, lábios vermelhos e uma porção de espartilhos, armações e roupas de PVC compondo seu guarda-roupas, ela diz que os colegas de trabalho não se incomodam com sua fixação por vampiros e lendas sobre vampiros, que datam de milhares de anos e estão presentes em quase todas as culturas do mundo. Mas convencer o marido a se livrar da coleção de CDs do "Coldplay" e mandar fazer dentes caninos sob medida é mais desafiador, diz Summers, que carrega na bolsa seu próprio kit de dentes afiados.

Poucos membros do GVL acreditam que os maníacos sugadores de sangue protagonizados nos filmes de terror de Hollywood estão perambulando pelas ruas de Londres, vestindo capas pretas e sugando o sangue de humanos e animais a fim de conservar a imortalidade, mas alguns crêem em personalidade do tipo vampiro.

"Existem pessoas que acreditam em vampiros psíquicos, ou seja, pessoas que agem como vampiros. São muito predatórias, e sugam a energia de outras pessoas", explica Summers. "Mas existem mesmo algumas pessoas estranhas que acreditam que precisam beber sangue para sobreviver. Com estas eu só troquei e-mails."

O interesse do GVL é lançar os fãs de vampiros em um prisma positivo depois de ter passado por uma investigação há alguns anos, quando uma alemã, condenada junto com o marido por um assassinato satânico, disse que havia se tornado uma vampira nas chamadas “festas de mordidas" em Londres. "De uma certa forma, exercemos uma função social positiva – corrigindo idéias errôneas", disse Smith, que edita a revista Chronicles do GVL, com artigos sobre vampiros na literatura, sacos de dormir no formato de caixões e a coluna de conselhos ao leitor "Vindicator" ("Defensor").

"Para mim, as coisas mais horripilantes que acontecem no mundo estão nos noticiários, não nos filmes de terror", diz.

domingo, 28 de agosto de 2011

Planeta dos Macacos: A Origem



Escrito por Rick Jaffa e Amanda Silver (que trabalharam juntos no divertido terror B A Relíquia) Planeta dos Macacos – A Origem emociona, conta uma história condizente com a franquia, não se esquece de ter sentido e não irá decepcionar ninguém que entrar no cinema.

Nele, James Franco vive um cientista à procura de uma cura para o Mal de Alzheimer que acaba descobrindo uma espécie de vacina que ajuda na recuperação da doença, mas vê tudo fracassar quando sua cobaia, a macaca apelidada “Olhos Azuis”, põe a pesquisa a perder em um ataque de fúria que faz com que a Empresa feche todo projeto. Will (Franco) então, na tentativa de salvar o filho da macaca, acaba levando-o para casa e logo descobre que, talvez, sua pesquisa ainda não tenha terminado.

É ai que entra em cena o macaco Cesar, que se descobre super-desenvolvido graças à vacina da mãe e dá a Will a oportunidade de então arrumar uma cura para seu pai (John Lithgow). É um trabalho extremamente coerente e preciso da dupla de roteiristas que permite que Planeta dos Macacos – A Origem saia disso e chegue nessa revolução onde Cesar comanda um batalhão de macacos em direção a suas liberdades e os direitos de serem reconhecidos como mais que cobaias e bichos de estimação.

É lógico que Planeta dos Macacos – A Origem tem todo esse lado politicamente correto, lutando contra os abusos que essas pobres criaturas sofrem, mas é com muita sutileza que nada disso parece ganhar uma bandeira a ser erguida, mas apenas um caminho a ser seguido. Tremendamente bem estruturado, seu roteiro constrói esse conflito onde os macacos são os verdadeiros heróis e faz ser impossível não torcer para esse monte de símios.

Bem verdade Planeta dos Macacos – A Origem aposta em ser a história épica desse macaco, que talvez não se encaixe na equação em um primeiro momento, mas aos poucos (talvez tarde demais para os humanos) vai descobrindo que, mesmo diferente de todos à sua volta não precisa ser, necessariamente, uma ameaça. O resultado de tudo pode até não ser tão inesquecível, mas é feito com tanto cuidado (o roteiro) que constrói essa trama ao redor não de um punhado de macacos atrás de vingança, mas simplesmente à procura de um modo de se desvencilhar daquele mundo no qual não pertencem.

O filme é então impecável em ir busca de uma origem que faça sentido e não só um bando de macacos falantes contra uma sociedade que os maltrata. A partir disso, A Origem joga com esse paradoxo (comum, mas que se bem usado, sempre funciona) da humanidade se destruindo graças aos seus erros e sua vontade de evoluir a qualquer custo, que cria esse conflito ético entre a ciência e a natureza, onde sempre o segundo mostra que o melhor é não interferir.

Mas a grande estrela do filme, e que aproveita todas essas possibilidades de criar um personagem dinâmico e profundo, é justamente o macaco Cesar, vivido através da Captura de Movimentos (semelhante à técnica usada em Avatar) pelo mesmo Andy Serkis que já esteve na pele de um outro símio na refilmagem de King Kong e deu vida ao Gollum na trilogia Senhor dos Anéis.

Enquanto a câmera de Wyatt procura sempre um movimento mais original, uma sequência mais longa, uma composição mais plástica e uma vontade interessantíssima de ser diferente dentro do comum, o que dá ao filme um visual realmente estonteante e vai conquistar seu público pelos olhos, Serkis aproveita esse espaço para criar toda essa personalidade, com pouco material em mãos (já que tem diálogos), mas sem desperdiçar um olhar sequer. O Cesar de Serkis é criado à base de pixels, mas é impossível não sentir exatamente o que ele pretende exprimir em cada gesto físico do personagem.

Por outro lado, mesmo com o macaco Cesar tomando o filme para si, a escolha do elenco “humano” de Planeta dos Macacos acaba sendo um tiro certeiro, principalmente com a presença de Franco e Lithgow. O primeiro, ainda que com pouco esforço, encontra o equilíbrio necessário para não atrapalhar a trama, já que tem a total consciência que o filme “não é dele” enquanto o veterano Lithgow, parecendo mais ainda no auge de sua forma (prova disso é sua participação sensacional no seriado Dexter) e encarna com precisão esse personagem que tem pouco espaço, mas acaba marcante graças à sensibilidade com que ele o trata.

Para o deleito dos fãs, o filme, em resultado mais que seguro do diretor, acaba então não se perdendo em referências sem sentido, e nem sequer parece preocupado em ser um “início” pragmático, ainda que dê a estátua da liberdade de brinquedo para Cesar (que por sua vez ganha o nome de outro personagem famosa da franquia) brincar, lance (e até perca no espaço) a tripulação de uma nave que vai em direção à Marte e repita até a famosa “tire essas patas sujas de mim” dita por Charlton Heston no primeiro (que nesse filme faz uma micro-aparição/homenagem em uma TV), mas sim pelo contrário, tentando fazer o “seu” Planeta dos Macacos, um filme que, assim como o de 1968 parecia ser um filme de ação, e até era (e é) um filme de ação, simples, mas com uma vontade enorme de contar uma história muito maior que qualquer ritmo que precisasse ter para entreter seu espectador. 

Rise of The Planet of the Apes (EUA, 2011), escrito por Rick Jaffa e Amanda Silver, dirigido por Rupert Wyatt com James Franco, Freida Pinto, John Lithgow, Brian Cox, Tom Felton e Andy Serkis.




sexta-feira, 26 de agosto de 2011

A Serbian Film é proibido em todo Brasil



Desde que foi divulgado no Brasil, "A Serbian Film - Terror sem limite" tem vivido a novela da liberação e proibição nos cinemas. Na noite desta terça-feira, a Justiça Federal de Belo Horizonte atendeu o pedido feito pelo Ministério Público Federal em ação cautelar e concedeu uma liminar proibindo a exibição do longa sérvio em todo país.

Segundo o comunicado enviado pelo órgão, "o longa-metragem contém cenas que simulam a participação de recém-nascido em cena de sexo explícito ou pornográfica, além das que mostram sexo explícito, crueldade, elogio/banalização da violência, necrofilia, tortura, suicídio, mutilação, agressão".

Na última semana, o filme havia sido liberado em todo Brasil, à exceção do Rio de Janeiro , mesmo após ter a classificação indicativa instituída, o que é obrigatório para a liberação de qualquer filme em território nacional. Na ocasião, a história foi avaliada como "não recomendada para menores de 18 anos, por conter sexo, pedofilia, violência e crueldade".

Justiça Federal em Belo Horizonte atendeu pedido feito pelo MPF em Ação Cautelar.

Belo Horizonte. A Justiça Federal em Belo Horizonte concedeu hoje liminar proibindo a exibição, em todo o país, do filme sérvio A Serbian Film - Terror sem limite. A decisão atendeu pedido feito pelo Ministério Público Federal (MPF) em ação cautelar ajuizada nesta segunda-feira.

De acordo com a ação, o longa metragem contém cenas que simulam a participação de recém-nascido em cena de sexo explícito ou pornográfica, além das que mostram sexo explícito, crueldade, elogio/banalização da violência, necrofilia, tortura, suicídio, mutilação, agressão no ambiente familiar. Em alguns países da Europa (Itália, Grécia e França), a veiculação do filme foi proibida e tem causado mal-estar onde
conseguiu ser exibido.

Para o juiz, "tratando-se de um filme que traz consigo a marca da polêmica, já deflagrada inclusive em outros países, sobretudo em razão da alegada cena na qual um recém-nascido é violentado sexualmente, como afirmado na inicial, creio que a decisão da Administração (Ministério da Justiça) de classificar e liberar a exibição do filme, ainda que elegendo um prazo de 30 (trinta) dias para que os órgãos competentes verifiquem a possível ocorrência de crime, subverte a ordem natural e lógica do que é razoável".

Ele afirma ainda que "a exibição comercial da película em apreço constitui a prática, em tese, do crime tipificado no art. 241-C da Lei 8.036/90", o que é suficiente para se determinar, com amparo no Poder
Geral de Cautela previsto no art. 798 do CPC, a suspensão da exibição do filme em todo o território nacional.

Atendendo à Procuradoria da República em Minas Gerais, o Ministério da Justiça (MJ) suspendeu ontem os trâmites para dar ao polêmico longa-metragem "A Serbian film - Terror sem limites", vetado no Rio de Janeiro há uma semana, uma classificação indicativa definitiva. O órgão informou que "o ato declaratório de classificação" dependerá da posição da Consultoria Jurídica do ministério sobre a acusação de incitação à pedofilia feita pelo DEM e sobre a investigação realizada pelo Ministério Público Federal de Minas Gerais.

Assim, o primeiro filme do diretor sérvio Srdjan Spasojevic - que conta a história de um ator pornô submetido a uma série de atrocidades sexuais como necrofilia, incesto e estupro de menores - fica proibido em todo o Brasil já que, para evitar multas, as salas de cinema são instruídas a exigir das obras suas classificações indicativas.

No inquérito civil público encaminhado ao ministério em 22 de julho, documento a que O GLOBO teve acesso, o procurador Fernando Martins listou 19 razões para o Ministério da Justiça vetar "A Serbian film" em território nacional. Entre eles, diz que a obra trata "da indústria pornográfica e de um dos seus subgêneros mais undergrounds, os 'Snuff Movies'", que "tal sub-gênero compõe-se de filmes extremistas que introduzem o lado mais negro da alma humana, usando fetiches e crimes reais como atrativos", que "o referido filme contém até mesmo cenas em que se simulam atos sexuais com criança e com recém-nascido" e que ele "causou mal-estar onde foi exibido".

Assim, Martins recomenda que a Secretaria Nacional de Justiça proíba "de imediato a exibição/veiculação do filme em todo o território nacional" ou suspenda "de imediato a análise da classificação indicativa" da obra. Para o caso de a análise já estar concluída, propõe a suspensão da veiculação "até que a autoridade competente, seja do Executivo seja do Judiciário, se manifestasse sobre o tema".

Segundo o Ministério da Justiça, a documentação de "A Serbian film" foi recebida em 29 de junho e, por lei, teria uma classificação em até 20 dias úteis. O prazo expirou na quarta-feira, e a estreia da fita em circuito nacional, prevista para o dia 5, precisou ser adiada.

- Estou há semanas ligando para o ministério e pedindo presteza, mas recebendo evasivas - conta o distribuidor Raffaele Petrini. - Acabo de enviar um ofício pedindo explicações. Quero fazer a estreia nacional no dia 26 de agosto. Em defesa do filme, Petrini divulgará em seu site o making of da polêmica produção.

- Lá vai ficar claro que o diretor usou robôs e que nenhum menor presenciou nenhuma cena pesada - diz.
Na quinta-feira, a Justiça do Rio decidiu, em segunda instância, manter a liminar obtida pelo DEM. O desembargador Gilberto Guarino negou o agravo de instrumento apresentado pelos advogados de Petrini para derrubar a liminar que, na última sexta-feira, levou à suspensão da sessão que aconteceria no sábado no Cine Odeon e ao recolhimento da película para análise judicial.

O veto - temporário, ao menos - à exibição de "A Serbian film" no estado do Rio foi visto como censura por parte da comunidade cinematográfica, que correu às ruas no último sábado, quando o longa seria mostrado pela primeira vez em terras fluminenses, para protestar contra a liminar da Justiça que recolheu as cópias.
Para críticos e cineastas, a suspensão é preocupante. "Artistas não podem ficar tolhidos, pensando se vão ser censurados quando produzem suas obras. É um retrocesso", afirma Paulo Caldas, diretor de "Deserto feliz" (2007), que fala sobre a exploração sexual de meninas.

A censura, banida do Brasil pela Constituição de 1988, proibiu e adulterou centenas de filmes no passado. O último caso foi em 1986. O então presidente José Sarney proibiu a exibição de "Je vous salue, Marie", de Jean-Luc Godard. O roteiro, que em uma de suas histórias paralelas narra a saga da estudante Maria, namorada do taxista José e que espera um filho divino, chocou grupos religiosos.

Antes disso, durante a ditadura, uma série de filmes políticos foram censurados, como "Z" (1968), de Costa-Gravas, e "Queimada" (1969), de Gillo Pontecorvo. "Laranja Mecânica" (1971), de Stanley Kubrick, só foi liberado na abertura política, no fim da década de 1970, mas com uma bolinha preta que cobria as imagens de nudez.

- Esse recurso atrapalhava a concentração, mas não escondia nada direito. Involuntariamente, tornava-se engraçado. Outro filme que sofreu censura foi "O último tango em Paris" (produção de 1972, de Bernardo Bertolucci) - lembra o crítico Gilberto Silva Júnior.

Organizador do RioFan, Fernando V. Toste diz que cerca de 80% das produções que passaram neste ano no festival "podem provocar reações adversas", em pessoas sem "equilíbrio emocional e psíquico adequados para suportar evidências de desumanidade", conforme o texto escrito em liminar que rejeitou o pedido de liberação do longa feito pelo distribuidor.

- E filmes que entraram no circuito comercial, como a série "Jogos mortais", não teriam vez. - afirma Toste.
Para o crítico Pedro Butcher, do portal Filme B, pesa o fato de tratar-se de uma obra de terror.

- É um gênero vítima de preconceito. Produções que passaram em Cannes, como "A fita branca" (de Michael Haneke, que venceu a Palma de Ouro em 2009), não tiveram essa repercussão negativa - diz Butcher. Ele acrescenta que "qualquer tipo de censura a obra de arte é abominável" e compara o caso a "Saló" (1976), do italiano Pier Paolo Pasolini, que foi vetado no Brasil.

- Um relata as atrocidades na guerra da Sérvia, o outro expõe os horrores do fascismo. Já o cineasta Eduardo Escorel afirma considerar "descabida" a iniciativa do DEM, partido que entrou na Justiça sem ter visto "A Serbian film". Mas faz uma ressalva.

- O ideal seria que a liberdade de expressão fosse um princípio primordial e absoluto, não sendo sequer admissível haver ações judiciais dessa natureza nem decisões restritivas a toda e qualquer forma de livre manifestação. Como estamos longe, porém, de viver em um mundo ideal, constituído apenas por instituições e indivíduos responsáveis, devemos reconhecer os benefícios de existirem instâncias às quais possam recorrer aqueles que considerem que suas crenças e valores tenham sido ofendidos, agredidos ou desrespeitados - afirma.


quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Filme: Drive


História de um piloto de carros, duble em Hollywood, que presta serviços de motorista para criminosos do submundo do crime. Quando aceita ajudar o marido de uma amiga, o piloto torna-se alvo de um dos homens mais perigosos de Los Angeles. Quando ele percebe o perigo que está correndo, a única forma de proteger as pessoas que ele mais ama, é fazer o que faz de melhor: dirigir.









Filme: Dream House

 
Will Atenton (Daniel Craig) é um editor de livros que deixa Nova York e se muda com sua esposa (Rachel Weisz) e suas duas filhas para uma cidadezinha exótica. A nova casa dos sonhos dessa família já foi cenário para um assassinato cruel: uma mulher e seus filhos, e o principal suspeito é o pai daquelas crianças, único sobrevivente do crime. Will, então, começa a investigar o caso e conta com a ajuda da vizinha Ann (Naomi Watts). Em meio as descobertas, Will percebe que este não é o único caso aterrorizante daquela casa. Outros que passaram por ali tiveram suas vidas drásticamente mudadas.
 


 
 

A Summer in St. Tropez


A Summer in St. Tropez ou Un été à Saint-Tropez  é um filme francês de 1983, escrito e dirigido pelo fotógrafo David Hamilton. O filme foi filmado na casa de David Halmilton em Saint Tropez, casa esta que tem 800 anos. O filme não tem diálogo, entretanto os personagens ocasionalmente dão rizinhos. A trilha sonora é de músicas de Benoit Wiedemann.
 







 

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Fucking Ǻmål 1999



Com: Alexandra Dahlström, Rebecca Liljeberg.

Direção: de Lukas Moodysson.

Fucking Ǻmål é uma história de amores e de frustrações. É um drama com final feliz.

Fucking Ǻmål é um filme que no ano da sua estréia foi o de maior bilheteria na história da Suécia, junto com Titanic. É uma história ótima, bem feita, com atores não profissionais e vamos tentar conversar sobre ele desde quatro pontos: o nome, as personagens, a história e seus significados. São quatro elementos que não podemos separar deste drama feliz. Na época, devido a parte da sua temática, foi uma novidade pois muitos filmes com uma temática similar na maioria das vezes tratavam o assunto de forma simplesmente trágica, com personagens estereotipados demais.

O nome Fucking Ǻmål diz muito. Ǻmål é uma cidade no interior da Suécia onde as pessoas vivem um mundo de tédio. Ainda que não há muitas tomadas da cidade, esta está presente como uma personagem que condiciona o comportamento da maioria das outras personagens. Os jovens estão cansados de morar na cidade, mas ao mesmo tempo, não vêem uma escapatória para ir a novas fronteiras e, ainda que não queiram, parece que estão condenados a continuar aí.

Por isso, mais uma vez a crítica negativa à tradução do nome no Brasil. Aqui decidiram que se chame Amigas no Colégio. Este é um nome que assassina o filme. Tira a sua essência, a sua personalidade porque não se trata de amigas que estão no colégio onde vão conversar, brigar, namorar, fazer festas e todos os estereótipos, na maioria de vezes, ridículos e absurdamente exagerados nos filmes americanos. O Filme, além de tratar do amor de Agenes por Elim, trata da angústia e chatice de morar na cidade mais pacata do mundo, segundo suas personagens.

No cartaz publicitário do filme há quatro frases que dão força ao nome original: “Nunca mais sairei com um homem. Ficarei solteira”; “Por que temos que morar neste fodida Ǻmål?”; “Você sabia que as pessoas falam de você?”; “Prefiro desfrutar agora que dentro de 25 anos”. Com o título em português se condiciona a uma história que não existe e parece que tudo fica na superficialidade. O problema da tradução é que não souberam se enfrentar com o termo em inglês “Fucking”.

Mas este drama existencial “moralista” da tradução não é privilégio no Brasil. Na Argentina e outros países da América foi traduzido por um nome mais absurdo ainda: Descubriendo el amor. Um nome onde o tempo não existe, onde as personagens parecem não ter um espaço. Onde o público acredita que vai assistir a mais uma história boba de amor.

Fucking Ǻmål é a história de Agnes, uma garota que vai fazer dezesseis anos e que mora na cidade Ǻmål, uma cidade pequena e a mais chata do mundo segundo a visão dos jovens. Ela, junto com a sua família, se mudou há mais de um ano a cidade e não tem amigos. Ela é tímida e na escola é desprezada por seus colegas. Ela, aparentemente, agüenta as piadas e os deboches dos seus colegas porque tem certeza do que ela é e esse segredo seu só é compartilhado com o seu computador onde guarda seus sonhos e esperanças.

A vida de Agnes não é fácil porque ela é fechada e não se relaciona bem com seus pais, a pesar de que estes tentam de todas as formas conversar e ajudar a filha. O pai se preocupa com ela e trata de lhe oferecer compreensão. Parece sensível e consegue reagir bem ante a crises que vive a filha. A mãe faz tudo o possível para que a filha saia de seu cascarão e que tenha amigas, mas não é fácil para ela vencer seus preconceitos ao descobrir o que acontece de verdade com Agnes.

O filme começa com os preparativos para a festa de aniversário de Agnes. Ela não quer a festa, mas os pais insistem e acaba aceitando entregar os convites aos seus colegas da escola sabendo que ninguém irá a sua casa, mas ainda porque essa mesma noite há outra festa aonde irão os jovens da cidade.

Neste ponto já sabemos que Agnes não é uma garota popular na escola. Mas ela não está preocupada em “ser popular”. Este conceito de “ser popular” é muito trabalhado nos filmes dos Estados Unidos quase sempre que se trata de uma história com adolescentes como se fosse o eixo da vida de uma pessoa. E isto é um mérito do filme Fucking Ǻmål: não perde tempo discutindo um conceito que só atrapalha e traz infelicidade para muita gente porque os pontos centrais dos jovens são outros.

É deprimente a cena na sala da casa de Agnes. A família está reunida esperando que alguém chame à porta. Parece que o tempo caminha muito devagar, como acontece com o tempo dos jovens de Ǻmål. A vida está parada; é como se não houvesse opções na vida e se quiserem alguma coisa especial a mais, terão que ir embora de Ǻmål, caso contrário ficarão aí para ter filhos e repetir um mesmo processo de tédio, sem nenhum objetivo a mais na vida.

Mas a festa de Agnes toma um rumo inesperado ao chegar na casa dela uma colega que também não é aceita na escola porque usa cadeira de rodas. O fato de serem rejeitadas as duas no colégio não cria nelas um elo. Tanto é assim, que Agnes acaba agredindo verbalmente a colega e zoando do presente que ela trouxe. Até entre os mais fracos, o mais forte tenta se vingar das suas frustrações, da sua solidão e a empatia que em algum momento apareceu entre elas desaparece. É como se dissessem: “que bom que ela sofra mais que eu”. A colega vai embora e Agnes fica no seu quarto até que chega outra colega, o que é uma grande surpresa para ela.

Elim e a sua irmã Jessica são duas garotas que moram com a mãe que está a maior parte do tempo trabalhando e quando está em casa, gosta de assistir programas de concurso na televisão. Essa é a vida da mãe. É como se não tivesse outras aspirações na vida. É o modelo que as filhas não querem para elas, mas será que conseguirão mudar o rumo?

Como Elim não quer se encontrar com Johan, que está apaixonado por ela, convence a irmã para irem na festa de Agnes. Johan, como Markus, o namorado de Jessica, e os outros rapazes do filme e, portanto da cidade, é um adolescente possessivo, machista, ciumento que se preocupa mais com a sua moto e seu celular que com as pessoas e com ele mesmo.

E como é Elim? Ela tem 14 anos e carrega uma fama nada fácil. Preocupa-se com sua beleza física e é uma garota extrovertida e muito popular. É desinibida e bonita. Ele sabe que tem poder sobre os homens e gosta de usar seu poder. Pensa que será miss Suécia e sabe ser arrogante. Além disso, a fama disse que ela já esteve com quase todos os rapazes da escola, ainda que a verdade seja outra.

Ao chegarem à festa de Agnes, entram no quarto dela e ficam rindo da garota. Como estão aí só para fugir do tédio, entra em jogo a crueldade dos adolescentes. Jessica promete pagar 20 koras para irmã se ela beijar Elim, pois na escola falam que Agnes é homossexual. Elim aceita o desafio e beija a força Elim. Logo saem as duas irmãs as gargalhadas, falando no nojo que foi, sem se importarem com os sentimentos de Agnes.

Até esse momento, o filme nos mostra a vida despreocupada que levam os jovens na cidade de Ǻmål. É uma juventude como qualquer outra em qualquer cidade. Os adolescentes estão experimentado o caminho que querem tomar na vida e, o que é lamentável, parece que não há quem consiga orientá-los, talvez porque os pais não tem tempo ou simplesmente, porque é uma fase da vida em que os jovens acham que são adultos. Neste sentido, Fucking Ǻmål apresenta jovens como são na realidade. Não há comportamentos exagerados ou estereotipados como acontece em muitos filmes onde os jovens vivem loucuras inventadas mais para o cinema que para o comportamento habitual.

As cenas com os jovens fumando, bebendo, paquerando, se divertindo mostra o processo de auto-afirmação que é a característica dos adolescentes só que, no caso deles, há um peso a mais: o tédio. Seus rostos parecem cansandos, apenas como se só estivessem suportando tudo até chegar outro momento.
Depois que Agnes foi humilhada por Elim, ela se fecha no banheiro e começa a se ferir fisicamente. Não sei se há uma tentativa de suicídio ou simplesmente é presa por esse comportamento doentio que afeta a muitas pessoas quando tem a necessidade de se punir pelas dores que não suportam. Inclino-me a pensar que as feridas que Agnes se provoca são um esforço de encaminhar a sua dor, a sua raiva, a sua frustração, pois o beijo foi mais que uma violência física.

Agnes está apaixonada por Elim e ainda que os tempos tenham mudado o comportamento das pessoas e que alguns conceitos da sociedade tenham melhorado, não é fácil para uma pessoa e, mais ainda para um adolescente, reconhecer publicamente a sua sexualidade diferente das “normas estabelecidas”, pois isto gera piadas de mau gosto, atitudes agressivas de parte das pessoas preconceituosas e medrosas de seus próprios fantasmas. E também não podemos esquecer que os pais não são, na maioria das vezes, as pessoas mais abertas para compreender que seu filho é o que ele é (e que ninguém tem que se meter com isso, depois de tudo, quem anda por aí criticando o comportamento heterossexual de um heterossexual? Então, por que tem que se preocupar as pessoas em falar da sexualidade de um homossexual? Não é da conta de ninguém). Mas Agnes não tem como direcionar seu sofrimento. Está sozinha apesar de que os pais fazem um esforço para tentar se comunicar com ela.

Depois de ter ido embora, Elim percebe o erro da sua ação e, pela primeira vez, não está preocupada em ser a garota de que todos falam. Ela está arrependida do que fez e volta para casa de Agnes. É a oportunidade que as duas tem para se conhecerem e darem os primeiros passos de uma amizade. Elim convece Agnes de que a acompanhe a outra festa, mas no meio do caminho, entre conversas das frustrações e as ambições, ambas decidem ir para Estocolmo naquele furor típico dos adolescentes, sem perceberem dos perigos que significa sair de noite, sozinhas, pela estrada, pedindo carona. É a paixão de que pode se fazer o que se deseja realmente. Quando finalmente o motorista de um carro lhes oferece carona, o veículo não funciona. Enquanto o condutor revisa o que acontece, Elim e Agnes, sentadas na parte de trás, se olham e sentem um impulso de paixão, até esse momento desconhecido por Elim e desejado faz muito tempo por Agnes, e acabam se beijando euforicamente e com prazer.

Agnes finalmente está com a pessoa que ama. E para Elim se abre um novo mundo de possibilidades até esse momento impensável. No caso da Elim não é o desejo sexual que leva beijar Agnes e sim a possibilidade de encontrar um amor. Isso faz dela lésbica? Pode gostar de outra garota? Poderá suportar o que isso significa dentro do círculo da escola e do seu relacionamento com a sua irmã, com quem tem uma relação de amor-ódio permanente? Ela, a garota mais popular que ainda é virgem embora todos falem que já teve relações com quase todos os rapazes, está preparada para aceitar o que lhe aconteceu?

Elim, então, decide ignorar por completo a Agnes e faz justamente o que não queria porque necessita fugir da sua tormenta interior: começa a sair com Johan e tem sua primeira relação sexual que não a deixou satisfeita para nada. Todavia percebe a imaturidade do namorado e esse relacionamento começa a atormenta-la porque não pode fugir definitivamente do que ela já sente por Agnes, que a sua vez se sente novamente humilhada. É como se Elim houvesse feito dela um brinquedo por uma noite. Na escola já sabem todos a história do beijo pelas 20 koroas e isso gera as atitudes agressivas e desagradáveis dos seus colegas, como quando uns garotos mostram para ela fotografias de mulheres nuas e perguntam de qual gosta mais. O próprio irmão coloca a Agnes em cheque-mate frente aos seus pais ao perguntar inocentemente em casa o quê significa “lésbica”. Um duro golpe para mãe ao descobrir o que é a sua filha.

Mas, Elim não pode fugir permanentemente. A força que se desatou dentro dela não permite mais continuar com Johan e finalmente tem que tomar uma atitude. E essa atitude transforma a última cena do filme numa cena maravilhosa, linda, que dá vontade de bater palmas e de nos aproximar das duas garotas para parabeniza-las e dar todo o apoio que elas merecem.

Fucking Ǻmål é um ótimo filme que incomoda a pessoas preconceituosas que ficam “assustadas” com as descobertas e aceitações das duas garotas; mas, o filme não é só isso. O diretor soube apresentar com diálogos precisos e tomadas exatas esse mundo que envolve aos jovens sem perspectivas, que vivem a vida por vivê-la ainda que queiram viver de outro jeito. O filme não é crítico e deixa que o espectador tome a sua decisão em todos os pontos delicados que apresenta: a família, os amigos, os namorados, as namoradas, os pais, o futuro, a relação lésbica. Esta, principalmente, não é questionada. Ao contrário, apresenta o lesbianismo de uma forma neutra, sem apologias nem condenações. Ela está aí e é tão conflitiva quanto a relação heterossexual no mundo dos adolescentes.

Não podemos terminar de falar sem mencionar duas linhas sobre a trilha sonora. Ela é outra personagem do filme porque acompanha os diversos estados de ânimo que vivem as personagens. Muitas vezes a música complementa a narrativa.

Fucking Ǻmål ganhou o prêmio Teddy no Festival de Cinema de Berlim em 1999 e recebeu vários prêmios da Academia Sueca de Cinema. Também foi nomeado para Melhor Filme Europeu (1999).

Capitão América


Capitão América (Captain America), é o alter ego de Steve Rogers, um personagem de HQ (História em Quadrinhos) da Marvel Comics. Foi criado por Joe Simon e Jack Kirby, apareceu pela primeira vez em Captain America Comics #1 (Março de 1941).

O Capitão América foi o maior de uma onda de super-heróis surgidos sob a bandeira do patriotismo norte-americano, os quais foram apresentados ao mundo pelas companhias de Histórias em Quadrinhos, durante os anos da Segunda Guerra Mundial. Ao lado de seu parceiro Bucky, o Capitão América enfrentou as hordas nazistas durante a Segunda Guerra Mundial, mas caiu na obscuridade após o fim do conflito.

A história do Capitão América se baseia em um fraco e esquelético rapaz, que deseja de qualquer forma participar dos esforços estadunidenses para vencer a guerra. Ao ter seu alistamento recusado por sua saúde debilitada, ele deixa claro estar disposto a fazer qualquer coisa para ajudar na guerra. Esse "qualquer coisa" é tão literal que ele se torna parte de um experimento para a criação de soldados superiores em tudo: o "projeto supersoldado", que consistia em um soro especial e a radiação de raios gerando um crescimento físico geral, tornando um ser debilitado como Steve Rogers em um superatleta musculoso, forte, veloz e ágil. Contudo, como na equipe do projeto havia um agente duplo a serviço de Hitler, o cientista que criou o "soro do supersoldado" é morto por esse agente. Como não havia registro escrito da fórmula, essa se perdeu junto com a vida do cientista e Steve Rogers acaba se tornando o único daquilo que deveria ser um exército de supersoldados.

Em 1964, a Marvel reviveu o Capitão América ao revelar que ele tinha caído de um avião experimental no Atlântico Norte nos últimos dias da guerra e que passou as últimas décadas congelado, num estado de morte aparente. O herói ressurgiu com uma nova geração de leitores como o líder de um grupo de super-heróis conhecido como os Vingadores e em novas histórias sólo.

Suas primeiras histórias solo foram lançadas na revista Tales of Suspense, dividindo as páginas com aventuras do Homem de Ferro. Nelas, a dupla Lee/Kirby procuraram justificar um super-herói sem poderes, apresentando o Capitão como "o maior lutador do mundo", enfrentando vilões representantes de modalidades de lutas como o Sumô ou o francês Savate (Batroc). Mas seus inimigos frequentes eram os nazistas e os neo nazistas, como o Caveira Vermelha e a H.I.D.R.A. Também havia aventuras em que ele se ligou a agência de espiões S.H.I.E.L.D, que enfrentava inimigos tecnológicos como Modok e a I.M.A. Nos anos 1970 enfrentou o Império Secreto, uma organização racista inspirada na Ku Klux Klan, num arco de história em que os X-Men e vários mutantes foram caçados e capturados pelos criminosos. Também nessa época iniciou sua parceria com o super-herói Falcão Negro. Mais tarde enfrentaria a Força Nacional, outra organização racista e ultraconservadora. Nesse confronto seria dado como morta sua namorada e agente secreta Sharon Carter (Agente 13).

Apesar da reformulação dos anos 1960, foram feitas novas aventuras ambientadas na época da II Guerra, quando seu parceiro era o garoto James Buchanan Barnes, vulgo Bucky. Ambos e mais Namor e outros heróis menos conhecidos dos anos 1940 formaram o super-grupo Os Invasores.


Filme:

Sinopse: Steve Rogers (Chris Evans) tem saúde frágil, vem de família pobre e sonha em fazer parte do exército americano. Esse sonho se inviabiliza por conta dos problemas de saúde, mas chama a atenção de um general que vê a dedicação do garoto. Por isso, o general o convida para participar do teste do soro radioativo chamado Supersoldado. Rogers, então, fica saudável e começa o treinamento intensivo para lutar contra o mal na liderança do grupo Os Vingadores.

Captain America – The Firt Avenger (EUA, 2011), escrito por Christopher Markus e Stephen McFeely, dirigido por Joe Johnston, com Chris Evans, Hayley Atwell, Sebastian Stan, Tommy Lee Jones, Hugo Weaving, Stanley Tucci e Dominic Cooper.